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Poema: Minha Acácia

Poema: Minha Acácia

22 janeiro 2018
Da vida nós aprendemos e reaprendemos.

a construir escolhas e decisões,

lapidando a nossa pedra bruta.

Em cima de uma escadaria que leva ao céu,

talvez não igual ao céu comum.

Mas com certeza um céu justo e perfeito,

com esquadro e compasso damos forma

e nossa pedra vai polindo e polindo cada vez mais.

Na sua poeira leva lembranças, alegrias e dores

e o que fica resplandece a luz do Oriente.

Com uma régua de 24 polegadas sinto que posso medir tudo.

Medir o coração, a vida que passa, pois brancos e pretos

é o que vejo no quadriculado da minha caminhada.

Sobre a espada templária componho versos.

Sobre o grande olho faço minha remissão e confissão.

Não se pode entender o mistério, é segredo.

Mas um segredo que nos constrói guardar

entre sinais abro as portas do meu templo.

Para o mundo, para minha dimensão

no meu pedaço de céu nos degraus da escada de Jacó.

Entre as colunas da vida e da morte,

um doce dualismo que só a alma entende.

Tão doce quando as romãs,

tão extensa quanto uma corda de 81 nós.

E ainda sim cabe na abóboda azul celeste

Do meu céu, meu Oriente

Minha Acácia.


Autor: César Frozza
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